Micro sensores para monitoramento de qualidade do ar e odor.

A linha de “Micro Sensores” permite novas possibilidades de medição de poluentes (gás, odor ou partículas) em tempo real, mesmo em concentrações muito baixas.

Micro sensores inteligentes para medição de: O3/NO2, NO2, CO, SO2, H2S/CH4S, NH3, Formaldeído, nmVOC, CO2, PM10 e PM2,5.

Com design compacto, fácil de configurar, sensores sensíveis e confiáveis que podem ser usados mesmo em condições extremas. Com sistemas de comunicação USB, rádio frequência ou 4G e baixíssimo consumo de energia, os sistemas Cairpol podem ser ligados em rede para fornecer excelente cobertura da medição da poluição do ar sobre uma vasta.

Podem ser usados para complementar uma rede de qualidade do ar ambiente, para medições de emissões fugitivas e medição de odor em indústrias, como estação de tratamento de águas residuais (efluentes), aterro sanitário, usina de compostagem, fábricas de ração, papel e celulose, ao longo de uma rua ou autoestrada, ou em qualquer área sensível e para qualidade do ar interna para saúde e segurança.

Poluentes presentes em áreas urbanas ou industriais (H2S, CH4S, O3, NO2, nmVOC, CO, NH3, etc.), temos um sensor Cairsens para medir:

O3 / NO2 – Ozônio e dióxido de nitrogênio
Da família dos gases oxidantes, o ozônio e o dióxido de nitrogênio são os poluentes mais comuns nas cidades e seus arredores. Eles afetam a saúde humana, irritando os brônquios e olhos.

O ozônio é considerado um poluente secundário, resultado da transformação do oxigênio em contato com radição solar UV, dióxido de nitrogênio (NO2) e os hidrocarbonetos (HC). Por isso, geralmente está mais afastado das fontes de emissões de poluentes primários, como o  NO e HC, já que a transformação requer algum tempo.

Medimos O3 e NO2 através de um único sensor, e exibimos apenas um valor único para ambos.

NO2 – Dióxido de nitrogênio
O dióxido de nitrogênio está presente no ar em locais onde ocorre a emissão causada pelo tráfego de veículos, além de ser um poluente com limite estabelecido na Resolução Conama 491/18, portanto é importante medir somente este gás para monitorar o impacto dessas emissões veiculares diretamente.

CO – Monóxido de carbono
Este gás é proveniente da combustão incompleta de vários combustíveis (gás, gasolina, carvão, madeira) e emitido, principalmente, do tráfego veicular e por indústrias que apresentam combustão em seu processo. Também é medido em monitoramento de locais industriais envolvendo combustão em seu processo.

CO2 – Dióxido de carbono
Presente naturalmente na atmosfera com concentração aproximada de 390 ppm, é hoje o principal indicador da qualidade do ar interior. De fato, uma aeração deficiente em um prédio habitado (e, portanto, a falta de renovação do ar) aumentará a concentração de CO2, pois é o ar que nós humanos exalamos.

H2S / CH4S – Sulfeto de hidrogênio e metilmercaptano (metanotiol)
O sulfeto de hidrogênio (H2S) e o metilmercaptano (CH4S) são ambos da família de compostos totais reduzidos de enxofre. Eles são facilmente reconhecíveis pelo seu forte odor (ovo podre para H2S, repolho podre para CH4S), e será detectável em concentrações muito baixas pelo nariz humano.

Eles são principalmente produzidos por atividades industriais: extração e tratamento de gás/combustível, estações de tratamento de águas residuais, curtumes, fábricas de papel, etc.

NH3 – Amônia
Composto por nitrogênio e hidrogênio, este gás tem um odor pungente e pode ser irritante quando aumenta a sua concentração no ar.

É amplamente utilizado (um dos solventes mais sintetizados do mundo) na indústria, como gás refrigerante, para sintetizar medicamentos ou também fertilizantes. É também um dos gases odoríferos produzidos pela decomposição de água usada em estações de tratamento de águas residuais.

SO2 – Dióxido de enxofre
Produzido por atividades industriais, e principalmente pela combustão de gasolina, óleo diesel e carvão, resultante da concentração de enxofre presente nesses combustíveis e está diretamente ligado à sua concentração em enxofre.

nmVOC – Compostos orgânicos voláteis não metânicos
A família dos compostos orgânicos voláteis é extremamente extensa e contém, em particular, o BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno, xileno).

Derivado da evaporação de gases combustíveis e solventes, eles também são produzidos por várias atividades industriais (refinarias, estações de tratamento de águas residuais, etc.). Nosso sensor mede todos os compostos orgânicos voláteis não metânicos.

CH2O / solventes orgânicos – Formaldeído e outros solventes orgânicos
Encontramos esses poluentes essencialmente nos espaços interiores, pois são emitidos por materiais relacionados com a construção (tinta, adesivo, revestimento mural, teto, madeira, etc.). Eles são, com o CO2, um indicador chave da qualidade do ar interior.

PM – Material particulado
São partículas microscópicas, pois seu tamanho é 10 vezes menor que a espessura de um fio de cabelo humano para o PM10, ou o tamanho de uma bactéria para o PM2,5. Seus efeitos sobre a saúde, tanto nos níveis pulmonares quanto cardiovasculares, foram destacados pela OMS.

As fontes emissoras desses poluentes são novamente industriais e emissões veiculares.